domingo, 30 de agosto de 2026
Garis reagem à humilhação de Lula
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
O ERRO ÉTICO QUE PODE DESTRUIR SEU MINISTÉRIO NA CAPELANIA
Será que a sua boa intenção como capelão está, na verdade, prejudicando o paciente? Nesta aula exclusiva do curso de Capelania da FATUN NEWS, o Professor Jorge Leibe revela por que 95% dos capelães cometem erros graves de ética e comunicação sem sequer perceber.
domingo, 12 de julho de 2026
Como Lidar com Objeções na Capelania Hospitalar
Capelão Hospitalar vença as objeções na assistência religiosa. Vencer as objeções é muito importante para assistir os pacientes no trabalho dos capelães. Qual é a objeção mais difícil que você já enfrentou em um hospital?
Lidar com objeções na Capelania Hospitalar exige extrema sensibilidade, empatia e respeito à autonomia do paciente ou familiar. No ambiente hospitalar, uma "objeção" raramente é um debate intelectual; na maioria das vezes, é uma expressão de dor, medo, cansaço ou trauma.
Aqui está um guia prático e humanizado sobre como acolher e responder a esses momentos:
1. Compreenda a Raiz da Objeção
Antes de responder, é preciso entender o que está por trás da recusa ou do questionamento. Geralmente, as objeções se enquadram em três categorias:
Defesa Emocional: O paciente está fragilizado, sentindo-se vulnerável ou invadido pela rotina hospitalar. Dizer "não" é uma das poucas formas de controle que lhe restam.
Experiências Negativas Anteriores: Traumas religiosos do passado, abordagens invasivas ou proselitistas que geraram repulsa.
Diferenças Confessionais ou Ateísmo: O paciente possui outra fé (ou não possui nenhuma) e teme que o capelão tente convertê-lo ou julgá-lo.
segunda-feira, 22 de junho de 2026
O que aconteceu em Estocolmo? Por que Vítimas defendem Agressores? O Alerta
O que aconteceu em Estocolmo? Por que Vítimas defendem Agressores? O Alerta
domingo, 14 de junho de 2026
O que eu aprendi depois de estudar Capelania na FATUN
A capelania encontra sua razão de ser nos momentos mais agudos da existência humana, especialmente diante da dor da perda e do luto, onde as palavras costumam falhar e a mera presença se torna um bálsamo. Nesse cenário de vulnerabilidade extrema, o exemplo do Bom Samaritano ecoa com uma força singular diante das circunstâncias da vida. A narrativa sobre como o Samaritano agiu revela que ele foi, em essência, o verdadeiro "capelão" daquela história. Sua postura é profundamente envolvente e pedagógica: ele não apenas viu a dor do outro, mas parou sua própria jornada, moveu-se de íntima compaixão, derramou azeite e vinho nas feridas e garantiu o cuidado contínuo.
Assim como o Samaritano não questionou a origem, a religião ou os erros daquele homem caído à beira do caminho, o capelão contemporâneo despede-se de preconceitos para exercer a escuta ativa e o acolhimento incondicional.
Em tempos de luto, onde o chão parece desaparecer, o serviço de capelania revive esse mandato prático: o de ser aquele que se inclina diante do sofrimento alheio, oferecendo suporte emocional e espiritual para que o enlutado encontre forças para caminhar novamente.
Elementos-Chave da Analogia:
O Olhar Empático: Ver o sofrimento que a maioria prefere ignorar ou evitar.
A Ação Concreta: Limpar as feridas (emocionais e espirituais) com paciência e cuidado.
A Presença Construtiva: Não julgar a dor, mas caminhar junto até que a restauração comece.
quarta-feira, 10 de junho de 2026
POR QUE A CAPELANIA HOSPITALAR É TÃO IMPORTANTE ?
domingo, 7 de junho de 2026
Como Abrir uma Igreja Legalmente no Brasil?
Como Abrir uma Igreja Legalmente no Brasil: Guia para Líderes Religiosos
Abrir uma igreja no Brasil envolve não apenas o chamado ministerial, mas também o cumprimento de requisitos legais que garantem segurança jurídica à instituição.
O primeiro passo é definir claramente a missão, visão e objetivos da organização religiosa. Em seguida, deve ser elaborado um Estatuto Social contendo as regras de funcionamento da igreja, sua administração e finalidades.
Após a elaboração do estatuto, realiza-se uma Assembleia de Fundação, na qual os membros fundadores aprovam o documento e elegem a diretoria responsável pela administração da instituição.
Com a ata da assembleia e o estatuto devidamente assinados, os documentos devem ser registrados em Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas.
Depois do registro cartorial, a igreja poderá solicitar seu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) junto à Receita Federal.
Também é recomendável manter livros de atas, registros financeiros organizados e cumprir as obrigações administrativas exigidas pela legislação brasileira.
Embora as organizações religiosas possuam imunidade tributária prevista na Constituição Federal, elas devem manter sua documentação regularizada e atuar com transparência administrativa.
A formalização jurídica da igreja contribui para a credibilidade institucional, facilita a celebração de contratos e permite o desenvolvimento de projetos sociais, educacionais e religiosos de forma segura e organizada.
Uma igreja legalmente constituída fortalece seu testemunho perante a sociedade e demonstra compromisso com a boa gestão dos recursos e das atividades ministeriais.
Autor: Prof. Jorge Leibe